A maioria da Câmara votou contrário ao requerimento do vereador Reginaldo Carlota, que solicitava explicações e documentos do Poder Executivo sobre o descarte e incineração de milhares de frascos de dipirona e paracetamol no fim de outubro.
O próprio autor do requerimento, com apoio da vereadora Maria do Carmo Piunti, apresentou durante a discussão, uma resposta oficial da Fundação para o Remédio Popular (FURP) que aponta para a entrega de 23 mil frascos de dipirona e 25 mil de paracetamol, medicamentos entregues em janeiro de 2016 e com vencimento em 30 de setembro deste ano.
Durante o debate, os vereadores da base governista, Givanildo Soares, Rodrigo Macruz e Benedito Roque Moraes alegaram que não se pode fornecer medicamentos vencidos aos pacientes e que ninguém deixou de receber os remédios: “Tenho a preocupação, caso haja alguma informação de que o paciente foi à farmácia e não recebeu o medicamento. Se aconteceu, temos de apurar e é crime, porém, caso contrário, é natural o vencimento dos medicamentos e eles precisam ser incinerados. Prefiro que sobre do que falte. Esse descarte acontece nas entidades, nas farmácias”, explicou Dito Roque, apoiado pelos demais colegas da base.



Deixe um comentário