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Marlene Bragagnolo é presa após 7 anos foragida, acusada de mandar matar cunhada por herança em Itu

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (27), Marlene Bragagnolo, de 74 anos, acusada de ser a mandante do assassinato de sua cunhada, Rosana Bragagnolo, ocorrido em junho de 2018, na cidade de Itu, interior de São Paulo. A idosa foi detida ao desembarcar no Aeroporto Internacional de São Paulo, após retornar dos Estados Unidos, onde estava foragida há sete anos.

O crime, que chocou a cidade de Itu, vitimou a empresária Rosana Bragagnolo, que foi brutalmente assassinada a tiros dentro de sua própria loja. Desde o início das investigações, a principal linha de apuração da polícia indicava que a motivação do assassinato estava ligada a uma intensa disputa patrimonial, envolvendo herança familiar. Marlene Bragagnolo, cunhada da vítima, rapidamente emergiu como a principal suspeita.

Fuga para os Estados Unidos

Após o homicídio, Marlene Bragagnolo deixou o Brasil e fugiu para os Estados Unidos, onde permaneceu foragida durante todo esse período. Apesar da longa ausência e da tentativa de escapar da justiça, a Polícia Civil de São Paulo nunca abandonou as investigações. A reviravolta ocorreu no último 16 de junho, quando uma força-tarefa da polícia efetuou a prisão de quatro pessoas suspeitas de envolvimento direto na execução do assassinato. Entre os detidos, destaca-se José Roberto Bueno, acusado de contratar os atiradores mediante o pagamento de R$ 80 mil pela execução do crime.

Com a prisão de suspeitos e o cerco se estreitando, a polícia intensificou o monitoramento dos passos de Marlene Bragagnolo. Isso resultou na sua detenção logo após o desembarque em solo brasileiro, encerrando sua fuga de quase uma década.

Prisão e próximos passos

Agora sob custódia das autoridades, Marlene Bragagnolo será chamada a prestar depoimento e responder às graves acusações de ser a mandante do homicídio qualificado de sua cunhada. A motivação, que envolve uma disputa pela herança da família, continua sendo o principal foco das investigações.

A Polícia Civil não descarta a possibilidade de novas diligências e prisões, à medida que mais detalhes sobre o esquema criminoso são descobertos. O caso segue sendo investigado, e as autoridades estão determinadas a esclarecer completamente todos os envolvidos no homicídio.

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