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Mercado imobiliário projeta 2026 de retomada gradual, com crédito mais acessível e comprador mais cauteloso

Queda esperada dos juros, fortalecimento de programas habitacionais e mudança no comportamento do consumidor devem redesenhar o setor imobiliário e financeiro ao longo do próximo ano, segundo entidades do mercado

Após um período marcado por juros elevados, restrição ao crédito e maior seletividade nas decisões de compra, o mercado imobiliário brasileiro entra em 2026 com expectativas de retomada gradual e sustentada, impulsionada por ajustes no cenário econômico, políticas públicas de habitação e um comprador mais atento ao planejamento financeiro. A avaliação é compartilhada por entidades como o Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), que apontam um novo ciclo para o setor, ainda cercado de desafios, mas com fundamentos mais sólidos.

A principal variável que influencia o desempenho do mercado imobiliário em 2026 é a expectativa de redução gradual da taxa básica de juros. Após um longo período de Selic em patamares elevados, analistas do setor financeiro projetam um ambiente mais favorável ao crédito imobiliário, com financiamento menos oneroso ao consumidor.

De acordo com avaliações divulgadas por entidades do setor, a queda dos juros tende a destravar decisões de compra represadas ao longo de 2024 e 2025, especialmente entre famílias de renda média, que sentiram com mais intensidade o encarecimento das parcelas. Ainda assim, o consenso é de que a retomada será progressiva, sem movimentos bruscos.

O mercado entra em 2026 mais equilibrado, com expectativa de melhora no acesso ao crédito, mas sem perder de vista a necessidade de responsabilidade fiscal e controle da inflação, são as análises setoriais divulgadas pelo Secovi-SP.

Programas habitacionais, FGTS e subsídios seguem como pilares do setor

Mesmo com a perspectiva de juros menores, programas públicos de habitação, subsídios governamentais e o uso do FGTS continuarão sendo fundamentais para ampliar o acesso à casa própria, sobretudo entre famílias de baixa e média renda.

O FGTS pode ser utilizado de diferentes formas na compra do imóvel, seja para compor a entrada, amortizar o saldo devedor ou reduzir o valor das parcelas, desde que o comprador atenda aos critérios legais. Especialistas do setor ressaltam que o uso correto do fundo pode representar uma economia significativa ao longo do financiamento.

Além disso, subsídios vinculados a programas habitacionais seguem desempenhando papel estratégico, encurtando o caminho até a aprovação do crédito e viabilizando aquisições que, sem esse apoio, seriam inviáveis para parte da população.

De acordo com as entidades do setor, o perfil do comprador em 2026 será marcado por maior cautela e planejamento. Após enfrentar juros elevados e instabilidade econômica, o consumidor passou a avaliar com mais rigor prazos, taxas, valor das parcelas e impacto do financiamento no orçamento mensal.

A simulação de crédito se consolida como etapa indispensável no processo de compra. Ao projetar diferentes cenários, o comprador consegue visualizar com clareza o peso das parcelas, a utilização de benefícios como FGTS e subsídios e o comprometimento da renda ao longo dos anos. Essa mudança de comportamento também explica o crescimento de alternativas como consórcios imobiliários, vistos como opção de planejamento para quem não tem pressa em adquirir o imóvel, mas deseja fugir dos juros elevados.

Indicadores apontam mercado aquecido e expansão regional

Apesar das dificuldades recentes, os indicadores mais recentes mostram um setor resiliente. Dados divulgados por entidades imobiliárias apontam crescimento expressivo nos lançamentos e nas vendas em 2025, especialmente em grandes centros urbanos, sinalizando confiança das incorporadoras e demanda ainda aquecida.

Além disso, o movimento de expansão não se limita às capitais. Cidades médias e regiões metropolitanas vêm ganhando protagonismo, impulsionadas por preços mais acessíveis, melhoria da infraestrutura e busca por qualidade de vida. Esse fenômeno deve se intensificar em 2026, ampliando o mapa de oportunidades para investidores e compradores.

Mesmo com perspectivas positivas, o setor imobiliário está atento a desafios estruturais. A CBIC destaca questões como custo da construção, disponibilidade de mão de obra qualificada, acesso ao crédito de longo prazo e a necessidade de inovação tecnológica para ganho de produtividade. Outro ponto de atenção é a volatilidade econômica, influenciada por fatores internos e externos, que pode afetar o ritmo de crescimento ao longo do ano. Ainda assim, a avaliação predominante é de que o mercado imobiliário seguirá como um dos pilares da economia brasileira.

Investidores buscam segurança e valorização no mercado imobiliário

O mercado imobiliário da região de Itu inicia 2026 com perspectivas positivas, apesar de desafios como a eleição e a Copa do Mundo, fatores que costumam deixar o setor mais agitado. É o que aponta Beto Bertagnoli, consultor de imóveis e sócio proprietário da Beto Imóveis.

“Eu acredito muito no ano de 2026, apesar de ser um ano de Copa do Mundo e de eleição, mas todo ano que tem eleição, o mercado fica um pouco mais agitado. Muita gente que está com dinheiro parado no banco prefere investir em imóvel, porque imóvel, querendo ou não, é segurança para todo mundo”, afirma. Segundo ele, a região de Itu, com diversos condomínios, apresenta grande potencial para negócios de médio e alto padrão. “Então eu acredito muito nesse ano aqui. Positivamente”, completa.

Beto observa que a procura por tipos de imóveis varia conforme o perfil do comprador. “É um pouco difícil definir que tipo de imóvel vai ter uma procura maior, mas acredito que imóveis que possam ser alugados por temporada terão uma liquidez melhor e valorização mais rápida, especialmente com a previsão do Cacau Parque em 2027. A procura deve intensificar no segundo semestre”, explica.

O consultor ressalta ainda a importância da preparação do corretor diante de um consumidor mais exigente. “O corretor de imóveis tem que estar mais preparado, porque o consumidor está mais atento. Ele busca imóveis que tenham liquidez, para que futuramente, se precisar vender, consiga obter retorno similar ao de uma aplicação financeira”, afirma.

Apesar de o mercado de imóveis ter desacelerado nos últimos anos devido ao aumento dos juros, novas linhas de crédito imobiliário, com juros mais atrativos, têm animado o setor. “Agora há uma linha liberada pelo governo com juros de 12% ao ano, o que torna o financiamento mais viável para quem quer sair do aluguel. Ainda não é o ideal, mas faz com que o consumidor tenha condições de adquirir um imóvel”, observa Beto.

Ele destaca também os diferentes perfis de comprador no mercado: o investidor que busca proteger o patrimônio, o comprador final que quer sair do aluguel e aquele que aguarda o momento certo para comprar um imóvel de oportunidade. “Acredito que este ano haverá mais investidores do que consumidores finais, mas ambos continuam ativos no mercado”, explica.

Para clientes com perfil mais cauteloso, Beto reforça que o imóvel continua sendo uma alternativa segura. “Quanto mais cauteloso se torna o cenário, mais a procura vai ser pelo imóvel, porque, no longo prazo, ele garante segurança e equilíbrio entre rentabilidade e valorização”, afirma.

O consultor também dá um conselho prático para quem deseja investir neste ano. “Mantenha contato frequente com corretores e imobiliárias para entender como o mercado está se comportando. Visite imóveis, participe de bate-papos e esteja atento às oportunidades. É fundamental vivenciar o dia a dia do mercado antes de tomar uma decisão”, orienta.

Segundo Beto, essa aproximação permite ao comprador ou investidor identificar o momento certo para investir e assegurar a valorização do patrimônio ao longo do tempo. “A aproximação com profissionais do ramo é essencial para quem quer investir com segurança e estratégia”, conclui.

Compradores de alto padrão iniciam 2026 mais seletivos, mas decididos

O mercado imobiliário de alto padrão em 2026 começa com um perfil de comprador mais seletivo, bem informado e exigente. É o que aponta Silvana Carvalho, sócia fundadora do Grupo Silvana Carvalho, ao analisar o comportamento do público que busca imóveis de alto padrão.

“Os compradores de imóveis de alto padrão estão mais seletivos. São muito bem informados, pesquisam mais e comparam mais. Apesar disso, quando encontram o imóvel certo, são decididos e já partem para a negociação. No alto padrão, o nível de exigência aumentou e esse fato eleva bastante o nível das negociações”, afirma.

Segundo Silvana, os principais receios dos clientes estão relacionados à escolha do imóvel. “O maior receio é errar na escolha quanto à localização, segurança jurídica e potencial de valorização a médio prazo. Por isso, os clientes buscam cada vez mais orientação especializada para tomar uma decisão de compra segura”, explica.

O cenário econômico, com juros elevados e crédito mais restrito, também influencia o processo de decisão, especialmente na comparação entre investimentos. “Apesar do alto padrão utilizar em menor proporção os recursos de financiamento, o cenário econômico com juros altos torna os investimentos em aplicações financeiras grandes concorrentes nas decisões de compra de imóveis. O comprador avalia e compara racionalmente qual investimento será mais rentável, o que torna o processo mais cuidadoso”, observa.

Em relação à concessão de crédito imobiliário, Silvana aponta que o acesso a financiamento está mais criterioso. “O crédito imobiliário está mais criterioso nas liberações. Por consequência, isso impacta principalmente os clientes que dependem integralmente de financiamento. Já no alto padrão, cresce o número de compradores com maior uso de recursos próprios ou condições de pagamento com prazos mais curtos”, comenta.

O interesse por tipos de imóveis também se mantém concentrado em segmentos específicos. “O alto padrão em condomínios fechados segue muito aquecido, tanto para moradia quanto para veraneio. E os imóveis na planta atraem os clientes investidores que buscam valorização. Acredito que 2026 será um ano melhor para os imóveis de médio padrão”, afirma Silvana.

Para a especialista, fechar negócio em 2026 dependerá de critérios que vão além do preço. “Além do preço justo, que é o grande desafio do mercado de imóveis de terceiros, a confiança na negociação, transparência, segurança jurídica e a credibilidade da imobiliária que conduz a venda serão decisivas. O comprador quer sentir que está fazendo um bom negócio hoje e no futuro. Atendimento especializado e conhecimento profundo do produto serão diferenciais cada vez mais importantes”, destaca.

Silvana também oferece uma orientação para quem pretende comprar um imóvel em um cenário econômico ainda desafiador. “Minha principal orientação é: busque informação e orientação profissional especializada. O imóvel continua sendo um dos investimentos mais seguros e sólidos, especialmente no médio e longo prazo. O importante é comprar bem, escolher a localização certa e analisar o potencial de valorização. Mesmo em cenários desafiadores, sempre existem excelentes oportunidades para quem está bem assessorado e toma decisões com estratégia, e não por impulso”, conclui.

Entre a cautela e as decisões estratégicas

Enquanto parte do setor adota postura cautelosa, o segmento de alto padrão demonstra um comportamento distinto, marcado por decisões estratégicas e foco na preservação patrimonial.

De acordo com a CEO da Excellence Brokers, Adriana Cinelly, o momento exige análise e planejamento, mas não representa um freio para o mercado de luxo. Segundo ela, a nova lógica tributária provoca incertezas no curto prazo, porém não altera a atratividade dos imóveis de alto padrão, especialmente aqueles considerados ativos reais, escassos e bem localizados. “Para esse segmento, 2026 é menos um ano de medo e mais um ano de decisões estratégicas”, avalia.

Historicamente, o mercado de luxo responde de forma diferente aos ciclos econômicos. Enquanto o mercado tradicional depende de volume, o alto padrão se sustenta na escassez e na exclusividade. Compradores desse perfil buscam segurança, privacidade, qualidade de vida e proteção do patrimônio. Em períodos de instabilidade fiscal ou econômica, a tendência é priorizar bens duráveis e utilizáveis, menos sujeitos a oscilações de regras e políticas públicas.

As tendências para 2026 também refletem mudanças no comportamento do comprador. Localização estratégica, segurança, plantas amplas, lazer completo e foco em bem-estar seguem entre os principais critérios de escolha. A tecnologia, por sua vez, deixou de ser um diferencial e passou a ser requisito básico. Automação, eficiência energética e infraestrutura moderna fazem parte do padrão esperado, reforçando a ideia de um luxo funcional e inteligente.

As alterações fiscais impactam diretamente as decisões de compra, especialmente no que diz respeito aos custos de construção, manutenção e serviços. Nesse contexto, imóveis prontos, bem localizados e com previsibilidade de custos tendem a ganhar espaço. O comprador, segundo Adriana, está mais seletivo e cada vez mais amparado por assessoria especializada, o que influencia escolhas mais criteriosas.

Em regiões do interior paulista, como Itu e municípios do entorno, o cenário permanece favorável. A proximidade com a capital, aliada à oferta de condomínios consolidados, segurança, contato com a natureza e infraestrutura de lazer, mantém a demanda aquecida. Mesmo diante das mudanças tributárias, a expectativa é de continuidade na valorização dos empreendimentos bem posicionados.

Para investidores e compradores que avaliam ingressar no mercado de luxo em 2026, a recomendação é ampliar o olhar além da localização e do projeto arquitetônico. Aspectos como custo total de posse, governança condominial, liquidez futura e impactos dos novos impostos ganham relevância. Documentação regularizada e padrão construtivo atemporal tornam-se diferenciais ainda mais importantes em um período de transição.

Ao analisar o setor de forma mais ampla, Adriana aponta como principal desafio a incerteza fiscal e o aumento dos custos. Em contrapartida, surge uma oportunidade de maior profissionalização do mercado, com valorização da curadoria, da transparência e da informação qualificada. A lógica, segundo ela, deixa de premiar quantidade e passa a reconhecer qualidade e estratégia.

Mesmo em um ambiente econômico indefinido, o imóvel de alto padrão segue como uma alternativa considerada segura por investidores que buscam iniciar o ano com solidez. A combinação entre uso, escassez e proteção patrimonial mantém esse tipo de ativo relevante, mesmo diante de ajustes econômicos e novas exigências fiscais.

O ano para investir com estratégia

O desempenho do Infinity Vertical Home ao longo de 2025 sinalizou uma mudança no mercado imobiliário de Salto. A rápida receptividade do público ao empreendimento indicou a existência de demanda para um projeto vertical de alto padrão, com proposta moderna e alinhada às novas exigências de moradia e investimento na região.

Idealizador do projeto, Roberto Dzik avalia que a resposta positiva confirmou a leitura inicial do mercado. “A aceitação e a rápida compreensão do produto mostraram que havia espaço para um empreendimento com essa proposta na cidade”, afirma. Segundo ele, o ritmo das vendas reforçou a confiança no projeto e abriu caminho para um dos principais marcos previstos para 2026: o início das obras.

Para Dzik, essa etapa representa a consolidação do empreendimento. “É o momento em que o projeto deixa de ser apenas um plano e passa a ganhar forma concreta”, destaca. O início das obras, previsto para este ano, marca um novo ciclo tanto para o Infinity Vertical Home quanto para o mercado imobiliário local.

A concepção do empreendimento parte de um princípio adotado pela RDC, empresa responsável pelo desenvolvimento: criar produtos nos quais os próprios idealizadores se vejam como moradores. “Tudo é pensado a partir do que gostaríamos de viver no dia a dia”, explica. Plantas inteligentes, áreas de convivência bem distribuídas, lazer completo e infraestrutura eficiente compõem o conceito do projeto, alinhado às demandas atuais do mercado.

O crescimento do Infinity também está ligado ao trabalho da equipe envolvida desde a fase inicial. “Todos pensam e agem como donos”, afirma Dzik. Essa postura, segundo ele, é determinante em um mercado competitivo, especialmente em uma cidade como Salto, que vem se consolidando como polo imobiliário, com localização estratégica, expansão empresarial e qualidade de vida.

Mesmo em um cenário econômico marcado por juros elevados e inflação pressionada, Dzik avalia que o momento pode ser favorável para investidores com visão de longo prazo. “Historicamente, períodos de maior pressão são seguidos por ciclos de retomada e valorização”, afirma. Para ele, o imóvel segue como um dos investimentos mais seguros. “No mercado financeiro somos plateia. No imobiliário, somos donos”, completa.

A expectativa de valorização do empreendimento está apoiada em pilares como exclusividade, eficiência e qualidade construtiva. Com número limitado de unidades e tipologias de dois e três dormitórios, o Infinity se posiciona tanto como opção para moradia definitiva quanto para investimento. “Quem compara, toma boas decisões”, ressalta.

Além do impacto no setor imobiliário, o início das obras deve refletir positivamente na economia local. A maior parte dos fornecedores será da própria cidade. “É uma forma de retribuir a receptividade que tivemos desde o lançamento”, afirma o idealizador.

Ao projetar 2026, Dzik deixa uma mensagem direta para quem deseja começar o ano com planejamento e ação. “Sonhar e planejar são ferramentas poderosas, mas tudo começa quando decidimos agir”, conclui.

2026: o ano da virada financeira

Estabelecer metas financeiras realistas é o primeiro passo para transformar intenções em resultados concretos. Segundo a assessora de investimentos Nágila Oliveira, alinhar objetivos ao momento de vida permite diferenciar desejo de prioridade e evita que o dinheiro seja conduzido pelo improviso ou por movimentos de mercado sem estratégia. “Quando temos metas claras, cada escolha do dia a dia passa a ter propósito, e o patrimônio evolui de forma estruturada”, afirma.

O processo se torna ainda mais eficiente com suporte técnico especializado. Na Blue 3 Investimentos / XP, Nágila atua em conjunto com a economista e advisor Bruna Centeno, responsável por realizar a leitura estratégica do cenário econômico e revisar periodicamente as carteiras dos clientes. “O acompanhamento recorrente permite ajustar estratégias, capturar oportunidades e proteger o patrimônio em momentos de maior volatilidade, sempre respeitando o perfil e os objetivos de cada família”, explica Bruna.

Esse modelo integrado que une planejamento financeiro, análise aplicada à gestão dos investimentos e acompanhamento contínuo confere ao atendimento realizado na região de Itu um caráter altamente especializado, alinhado às melhores práticas de gestão patrimonial.

O planejamento financeiro começa com diagnóstico detalhado da realidade de cada família e avança para definição de metas de curto, médio e longo prazo. A organização do orçamento, aliada à escolha adequada dos investimentos para cada objetivo, torna o processo mais leve, eficiente e sustentável. A revisão periódica dessas metas é fundamental, já que a vida muda e o planejamento precisa acompanhar essas transformações.

Para 2026, o cenário econômico exige ainda mais atenção. Em um ambiente marcado por eleições, juros elevados e pressões inflacionárias, as famílias enfrentam crédito mais caro e maior volatilidade nos mercados. “Nesse contexto, ter estratégia e acompanhamento profissional é determinante para proteger o patrimônio e evitar decisões precipitadas”, ressalta Nágila. Bruna complementa: “Momentos de instabilidade também trazem oportunidades para quem investe com método, disciplina e visão de longo prazo.”

O planejamento financeiro ajuda ainda a antecipar e reduzir os impactos das despesas de fim de ano, que frequentemente pressionam o orçamento dos primeiros meses do ano. Criar um roteiro financeiro claro ajuda o cérebro a compreender limites, priorizar escolhas e manter equilíbrio entre consumo e patrimônio.

Quando o assunto é investimento, Nágila reforça que o produto financeiro é sempre a etapa final do processo. “Antes de decidir entre renda fixa, fundos ou ações, é essencial compreender o perfil do investidor, definir objetivos e estabelecer prazos”, afirma. Nesse contexto, a análise conduzida por Bruna e o atendimento personalizado fortalecem a tomada de decisão e contribuem para a redução de riscos.

Para os moradores de Itu e região, as assessoras destacam que estão disponíveis para orientar famílias na organização financeira, gestão estratégica dos investimentos e construção de soluções alinhadas a objetivos como aquisição de imóveis, proteção patrimonial e expansão de negócios. “O propósito é caminhar junto com cada cliente, oferecer soluções personalizadas e apoiar a transformação de projetos em conquistas reais”, finalizam.

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