Confirmada a aprovação do orçamento de R$ 716 milhões para 2018

Como já era esperado, a Câmara aprovou o projeto de lei que trata da previsão orçamentária do município para o próximo ano. Os únicos vereadores a votarem contra a proposta foram Reginaldo Carlota e Maria do Carmo Piunti.
O orçamento municipal prevê uma receita de R$ 716 milhões, tendo a Secretaria da Educação com a maior quantia de R$ 161 milhões, além da Saúde com R$ 103 mil, a administração, Urbanismo e Saneamento também aparecem com receitas acima dos R$ 50 milhões. Por outro lado. A Cultura é uma das menos atendidas pelo orçamento, com apenas R$ 3,9 milhões para o próximo ano.
Na justificativa apresentada aos vereadores, o prefeito destaca a queda de arrecadação dos municípios em virtude da crise financeira que deverá perdurar pelos próximos meses de 2018 e que a criatividade para administrar os recursos será de fundamental importância. Outro ponto citado é que a gestão focará na conclusão das obras já iniciadas na administração anterior e também na atual.
O experiente vereador Dito Roque fez questão de explicar o conteúdo do orçamento apresentado pelo Poder Executivo aos demais colegas: “É necessário esclarecer que o projeto traz aos vereadores uma previsão orçamentária, mas que podem ter alterações no decorrer do ano. É a mesma coisa quando você prevê um custo para a manutenção da sua residência e esse valor pode mudar”.
Luciano do Secom e demais vereadores da base governista destacaram que não teria motivo para reprovar a proposta de lei apontada pelo Executivo: “Não tem porque votar contra o orçamento. É uma previsão e confiamos no prefeito Guilherme Gazzola, assim como na secretária de Finanças do município”, comentou o vereador.
Emendas – A vereadora Maria do Carmo Piunti apresentou uma emenda ao orçamento para reduzir o percentual de 40% para 20% de remanejamento direto das verbas, sem o aval da Câmara. Ela entende que a manutenção do percentual é conceder um “cheque em branco” ao prefeito Guilherme Gazzola. A emenda foi rejeitada e Luciano do Secom ainda comentou que as mudanças podem acontecer dentro da própria secretaria, porém alertou que o Executivo não poderá mudar o destino de verbas carimbadas, por exemplo, para a Saúde e Educação.