Nova tecnologia para tratamento de água garante economia de 12 milhões de litros ao mês na planta da PepsiCo em Itu

Apesar do início da temporada de chuvas, o Brasil segue enfrentando uma grave crise hídrica, que impactou não só o abastecimento de água das cidades e o aumento dos custos de água e de energia, mas também a geração de energia e as hidrovias em diversas regiões. A questão da gestão de recursos hídricos é um tema cada vez mais latente diante das últimas previsões climáticas, que demonstram que as chuvas da primavera, e até do verão, podem não ser suficientes para normalizar os reservatórios de água e das hidrelétricas do país, de acordo com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nesse cenário, a PepsiCo, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo, está engajada em promover de forma urgente uma gestão eficiente da água em toda sua cadeia produtiva. Em sua fábrica de Itu, por exemplo, região do estado de São Paulo impactada pela estiagem este ano, a companhia implementou um dos sistemas mais modernos do mundo para reuso de água: o MBR. O tratamento inovador já vem economizando 60% dos atuais 12 milhões de litros de água consumidos pela fábrica por mês.

Na prática, deixam de ser gastos 12 milhões de litros de água mensais, ou o equivalente a aproximadamente cinco piscinas olímpicas. Esse volume significativo de água ficará à disposição da população de Itu, sendo essencial para o enfrentamento do cenário hídrico da região.

Para o Prefeito de Itu, Guilherme Gazola, o trabalho da PepsiCo para a redução do uso de água na sua produção fabril é essencial para a comunidade: “Desde 2019 a PepsiCo é um orgulho na questão do reuso da água e tem colaborado com a cidade e com o meio ambiente. A empresa vem caminhando de forma bastante significativa para atingir 100% da capacidade de reuso da água na sua planta de Itu e sabemos que trabalhar pelo meio ambiente hoje é pensar no futuro“, afirmou.

O método de reuso MBR já é utilizado pela PepsiCo com sucesso em cinco plantas da América Central e em uma na América do Norte. A tecnologia utiliza os chamados biorreatores com membranas (o MBR), um sistema biológico completo em que membranas de ultrafiltração fazem parte do processo de digestão de matéria orgânica nos efluentes. Os parâmetros de qualidade da água resultante do processo seguem rigorosamente as normas de potabilidade de água preconizadas pelo Ministério da Saúde.

Em termos práticos e concretos, a PepsiCo vem definindo metas de economia de água e trabalhando firmemente para superá-las em todas as etapas de sua cadeia de valor, desde o campo até as suas fábricas, em um processo que contempla do agronegócio até o produto final.“, afirmou Alexandre Carreteiro, Presidente da PepsiCo Brasil Alimentos. “Definimos a redução do consumo de água de 25% em relação ao que era consumido em 2015 e essa meta foi já atingida no final de 2018. Agora, continuamos trabalhando para fomentar um impacto socioeconômico positivo nos locais onde atuamos, por essa e pelas próximas gerações, no Brasil e em todo o mundo”, complementou.

Além da economia de água, a PepsiCo também deixará de impactar o sistema público de tratamento de efluentes (de água e esgoto) de Itu, pois os efluentes da fábrica serão tratados na própria planta. “Hoje já temos todas as nossas plantas no Brasil com zero aterro, ou seja, todo o nosso resíduo recebe uma destinação diferente do envio a aterro sanitário – são reciclados ou reutilizados – e queremos chegar também ao impacto hídrico positivo não só no Brasil, mas na PepsiCo em todo o mundo“, pontuou Alexandre.

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