Como o coronavírus pode estimular a nossa reinvenção

Nas últimas semanas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia por conta do COVID-19 (coronavírus), o que está forçando o mundo a impor novos hábitos, rotina e relações humanas. Estamos passando por mudanças bruscas, a economia mundial está sendo impactada, viagens foram interrompidas e bilhões de pessoas estão em quarentena.

Lidar com o coronavírus é, sem dúvida, um dos maiores desafios que teremos de superar. Por mais extrema e cruel que seja, como tudo na vida, a pandemia tem o seu lado negativo, mas também positivo. Com o isolamento social, setores específicos estão se beneficiando e com operações a mil. Corredores cheios fazem parte do cenário de muitos supermercados, consumidores se voltam ao comércio eletrônico e cada vez mais empresas buscam novos canais e formatos de venda.

Esse aumento da demanda levou as empresas a adaptarem suas operações para manter escalabilidade e atender a essa alta demanda. E, para isso, treinar as equipes, mais do que nunca, se faz extremamente necessário.

E como ser assertivo na capacitação neste momento, sendo flexível, quebrando barreiras geográficas, acompanhando o desempenho das equipes e otimizando tempo? A resposta é simples: é o momento de as empresas assumirem o ensino a distância como ferramenta de trabalho e de treinamento de pessoas. Até agora, essa modalidade sofria uma certa resistência para se consolidar no mercado corporativo, especialmente nas áreas técnicas, porque as empresas não acreditam no engajamento e, também, porque o presencial não deixa de trazer uma “zona de conforto”.

Mas, em tempos de Covid-19, toda crise gera uma mudança e é na mudança que há oportunidades. O ensino à distância torna-se a única saída para não atrasar o cronograma do ensino, além de uma oportunidade imediata de transformar treinamentos presenciais em on-line, principalmente, nos segmentos que não vão parar: transportes, alimentos e bebidas. A tecnologia, neste caso representada pelo EAD, é a única forma do mundo não parar totalmente suas atividades.

Pensar fora da caixa pode ajudar a mitigar o problema momentâneo, como também colaborar para fortalecer a cultura digital e avançar rumo à uma nova educação, como há bastante tempo já temos discutido.

Por Claudia de Moraes

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